Santuário Ecológico Rancho dos Gnomos

domingo, 21 de agosto de 2011

Golfinho Baiji.



Habitat: Rio Yangtze, China
Tempo de vida: 30 anos
Alimentação: Pequenos peixes e camarão
Dentição: Eles têm uma média de 65 dentes em cada fila de ambas as mandíbulas.
Descrição: O Baiji possui o corpo claro em um tom azulado cinzentado e sua barriga é branca ou um branco acinzentado. A barbatana é muito baixa e de forma triangular e as nadadeiras são arrendodadas e curtas. Olhos pequenos.
População: ZERO
Estatistica: EXTINTO. O animal era um autêntico fóssil vivo, que habitava as águas do rio mais longo da China há 25 mil anos. Cerca de 400 baiji viviam no rio Yang Tse em 1980. Na última pesquisa, em 1997, foram avistados 13 golfinhos, e um pescador disse ter visto um exemplar em 2004.

Ninguém pode dizer ao certo quantas espécies foram extintas de 2000 a 2010. Porque ninguém sabe se no mundo existem 3 ou 30 milhões de espécies, é impossível supor quantas espécias conhecidas – e muito menos quantas desconhecidas – desapareceram recentemente. Espécies em florestas tropicais e nos oceanos do mundo são notoriamente não estudadas, deixando espaços em branco quando espécies desaparecem levando todos os seus segredos – até mesmo conhecimento de sua existência – junto com si mesmas.

Também é difícil saber quando uma espécie está verdadeiramente extinta. Algumas espécies reaparecem depois de terem sido dadas como extintas por décadas, alguma vezes por séculos. Oficialmente, espécies comumente não são consideradas “extintas” até que muito tempo passe e nenhuma aparição ocorra, como por exemplo, por cinquenta anos. Ainda assim, com avisos de muitos conservacionistas e biólogos de que estamos no meio de uma extinção em massa causada pelos humanos, a qual pode se provar ainda maior que a dos dinossauros, é importante reconhecer espécies quase extintas antes que tenhamos a certeza de seu desaparecimento total, nem que seja só pra lembrar a nós mesmos o impacto de nossos erros.

O golfinho baiji. Foto de Wang Ding e cortesia do Instituto de Hidrobiologia, Academia de Ciências Chinesa.
O Rio Yangtze, ponto de extinção. A extinção mais publicada na última década é do baiji, também conhecido como o golfinho do rio Yangtze.

Apesar da evolução do baiji datar de 20 milhões de anos atrás, ele não pôde sobreviver a explosão de desenvolvimento da China. Uma combinação de danos, tráfego de barcos, poluição, pesca excessiva e pesca elétrica, resultou no fim da espécie e deu ao baiji o duvidoso título de primeiro mamífero marinho a ser extinto desde os anos 50. O golfinho era personagem de mitos Chineses e era conhecido coloquialmente como 'Deus do Rio Yangtze', mas nada disso pôde salvá-lo de forças econômicas destruidoras.

Mas o baiji não está sozinho, outro residente do Yangtze pode ter desaparecido recentemente. Um estudo recente do peixe-remo chinês, um dos maiores peixes de água doce do mundo, não conseguiu encontrar sequer um indivíduo da espécie. Enquanto os pesquisadores acreditam que o peixe ainda sobreviva, ninguém sabe ao certo – e ninguém sabe por quanto tempo ele pode resistir em ambientes altamente degradados. O peixe-remo chinês tem sido dizimado pelos mesmo motivos do baiji: danos, tráfego e poluição, embora a pesca excessiva seja a principal causa. O último peixe-remo chinês de que se tem registro foi morto em 2007 pela pesca ilegal.

A não ser que a China aja rapidamente outras espécies do outrora fabuloso Yangtze não sobreviverão à próxima década, incluindo as toninhas finless, o esturjão do Yangtze e o jacaré chinês (embora o jacaré sobreviva bem em cativeiro).
Fonte:pt.mongabay.com

Estamos surdos...estamos cegos...só não estamos mudos.
Lindos animais desaparecendo por nossa culpa.
Que Deus tenha piedade de nós.


sábado, 13 de agosto de 2011

Feneco


Raposa do Deserto/Feneco

NOME COMUM: Feneco argelino
NOME CIENTÍFICO: Vulpes zerda anteriomnte era Fennecus zerda
NOME EM INGLÊS: Fennec Fox ou Desert Fox
NOME EM ESPANHOL: zorro, zorrito,
NOME EM FRANCÊS: fennec, renard des sables
NOME EM ALEMÃO: Fennek, Wstenfuchs,
NOME EM SUECO: fennek, rkenrv,
NOME EM DINAMARQUÊS: rkenrv
NOME EM ISLÂNDES: tfa, refur,
NOME EM ÁRABE: tha`lab saharawi

FILO: Chordata
CLASSE: Mammalia
ORDEM: Carnivora
FAMÍLIA: Canidae
COMPRIMENTO: 40 cm, mais de 25 cm de cauda
ALTURA: 20 cm. ORELHAS: 15cm
PESO: 1,5 kg
TEMPO DE VIDA: 15 anos
NÚMERO DE FILHOTES: 2 a 5 filhotes
MATURIDADE SEXUAL: por volta de
PERÍODO DE GESTAÇÃO: 51 dias.

São animais de pequenas dimensões, com pelagem cor de areia (que absorve pouca radiação luminosa, durante o dia, devido à sua tonalidade clara) e com orelhas enormes relativamente ao corpo (com cerca de 15 cm), que funcionam como superfícies de transferência de calor para a atmosfera e conferem excelentes capacidades auditivas ao animal. As almofadas das patas estão cobertas por pêlos para facilitar as caminhadas na areia do deserto.

Alimentação:
Alimentam-se de insetos, lagartos, ovos, crias de aves, pequenos roedores e plantas. Sobrevivem muito tempo sem beber água, obtendo os líquidos necessários a partir dos alimentos.

Comportamento:Durante o dia permanecem no interior das tocas que escavam muito facilmente e rapidamente na areia. São animais de hábitos noturnos e sociáveis, mas caçam sozinhos. Vivem em grupos de 10 a 15 indivíduos, com um macho dominante.

Reprodução:Em cativeiro, acasalam normalmente em Janeiro ou Fevereiro. Durante a época de reprodução, os machos marcam o território com urina e são relativamente agressivos. O período de gestação é de 50 a 52 dias, após os quais nascem duas a cinco crias, no interior de uma toca. O macho defende a entrada da toca. As crias são amamentadas durante 61 a 70 dias. Atingem a maturidade sexual aos 11 meses de idade.

Estatuto de conservação e fatores de ameaça:
Esta espécie está ameaçada, embora o seu estatuto ainda seja insuficientemente conhecido (segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza). As suas principais ameaças são a caça e a captura para o tráfico de animais. Atualmente, apenas existem populações fragmentadas no Norte da África e a espécie já é muito rara na Península Arábica.
Fonte:Blog vida selvagem.

Novamente a caça e a captura para tráfico.ameaçando uma linda espécie animal. acho interessante como são adaptados a vida no deserto. A sábia Natureza.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Camelo.


Reino Animalia
Filo Chordata
Classe Mammalia
Ordem Artiodactyla
Família Camelidae
Gênero Camelus
O Gênero Camelus abriga duas espécies: o camelo bactriano, também chamado de camelo-asiático, ou unicamente camelo – Camelus ferus; e o dromedário, Camelus dromedarius. De cores que variam do branco ao castanho-escuro, e dotados de um longo pescoço, tais animais têm grande porte, podendo atingir dois metros e meio de comprimento, meio metro de cauda e até 900kg.
Desprovidos de casco, possuem apenas dois dedos em cada pé, com longas unhas; e a sola das patas é achatada e almofadada. Não possuem chifres nem cornos, mas crina e barba estão presentes. São herbívoros ruminantes e vivem em bandos. Podem aguentar temperaturas extremas, em curto intervalo de tempo. Além disso, conseguem suportar o calor de até 40°C, sem suarem; e, na falta de água, conseguem perder até 100 litros deste solvente, contido em seus tecidos corporais, sem comprometer a saúde.

Os representantes deste gênero começaram a ser domesticados há cerca de 4500 anos, para serem utilizados como eficientes meios de transporte. Seu leite, carne, lã e pele foram, e ainda são, utilizados na alimentação e fabricação de roupas e tendas. Na atualidade, são encontrados na Ásia, África, América e Oceania, mais especificamente na Austrália, sendo a grande maioria domesticada.

Atingem a maturidade sexual aos cinco anos de idade e a gestação dura aproximadamente um ano. Geralmente, dá origem a um único filhote, que já nasce com uma pequena corcova e pelagem espessa. A expectativa de vida é em torno de cinquenta anos.

Como estratégia de defesa, podem dar coices, cuspir saliva ou conteúdos estomacais, ou mesmo morder. Entretanto, como são animais pacíficos, tais atitudes ocorrem em situações extremas.
O camelo é nativo da Ásia Central e o dromedário, do nordeste da África e da porção oeste da Ásia. A diferença visível entre estes dois animais é quanto às suas corcovas (ou bossas): o primeiro possui duas corcovas; e no segundo, apenas uma é visível. Estas são estruturas de reservas, sendo por isso que, quando estão bem alimentados, suas corcovas se apresentam cheias e altas. Desta forma, elas podem pesar até 35 quilos e, em razão de sua presença, esses animais conseguem viver por até duas semanas sem precisar se alimentar.

Segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN), o camelo selvagem se encontra criticamente em perigo. Já o dromedário selvagem se encontra extinto da natureza, uma vez que só são encontrados exemplares domesticados.

Animal totalmente adaptado ao seu meio. A natureza mostrando sua perfeição. Pena que estejam quase extintos, gosto dos animais livres, junto aos seus semelhantes, em família, não poderia ser diferente.

sábado, 23 de julho de 2011

Águia Dourada.


Nome científico: Aquila chrysaetos
Nome em Inglês: Golden Eagle
Outros Nomes: American War Bird (Pássaro de Guerra americano) ou the Bird of Jupiter (Pássaro de Júpiter).

Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Falconiformes
Família: Accipitridae
Comprimento: 30 ~ 40cm
Peso: 4 a 6 kg.
Envergadura: 183 ~ 244cm.
Ninhada: de 1 a 4 ovos (normalmente 2)
Período de Incubação: 35 a 45 dias

Características Físicas: As asas são grandes e arredondadas. Machos e fêmeas são semelhantes na aparência, porém, as fêmeas são maiores que o macho. A Plumagem do adulto, se forma entre os 4-6 anos de idade, é largamente marrom, escurecendo mais próximo às asas. O rabo é marrom cinzento. Debaixo das asas aparece um castanho cinza, enquanto a cabeça, corpo e penas menores no das asas são escuras. As penas da cabeça e nuca de seu pescoço são marrom dourado, por isso o seu nome águia-dourada. Os olhos de adultos são marrom escuro. Seu bico e garras são pretas, enquanto os pés são amarelos. As pernas são emplumadas até os dedão do pé.

Alimentação: Sua dieta inclui mamíferos principalmente pequenos como coelhos e lebres como também roedores maiores. Aproximadamente 20% da dieta são compostos de pássaros e répteis. Foram vistos águias douradas capturar pássaros voadores grandes como gansos. Eles também foram vistos, ocasionalmente, comendo carne putrefata. Suas comidas habituais são: coelhos, marmotas, e esquilos. Um casal de águias caçará freqüentemente juntos; um persegue a presa para esgotamento, e o outro desce rápido e pega a presa. Um pássaro pode levar até 8 libras em vôo. A águia dourada ficou conhecida por mergulhar para pegar sua presa a velocidades calculada de 150-200 mph.

Reprodução: Estação de cria começa em meio-janeiro e continua em maio - setembro, entretanto pode variar de acordo com região geográfica. Cada casal pode ter até 10 ninhos, mas só 2-3 são usados em rotação. Alguns casais usam o mesmo ninho cada ano, enquanto outros usam os ninhos alternando os anos. O mesmo ninho pode ser usado por gerações. O ninho normalmente é construído em um precipício alto, entretanto podem ser usadas árvores se precipícios não estão disponíveis. O local de ninho preferido é onde a presa pode ser avistada facilmente. O ninho pode ser enorme se o local permite. Alguns ninhos de precipício mediram 8-10 pés por e 3-4 pés profundamente. É volumoso e é composto de varas, ramos, raizes, ervas daninhas, e mato. A fêmea é responsável pela maioria da incubação, entretanto o macho freqüentemente ajuda. Eles podem botar 1-4 ovos, entretanto dois são muito comuns. Os ovos são branco sujo e manchado ou manchado com marrom ou marrom avermelhado. A Incubação dura durante 35-45 dias. Os filhotes que nascem primeiro e são mais fortes,o filhote é dependente de seus pais durante 30 dias ou mais.

Comportamento: As Águias Douradas formam casais, e um casal precisa até 35 milhas de território para caçar. Um pássaro pode levar até 8 libras durante vôo. Pode voar até 80 mph, entretanto a velocidade comum é 28-32 mph, e foi dito que mergulha a velocidades de 200 mph para pegar uma presa que avistou. A maioria das águias douradas no Alasca e Canadá viajam para o sul no outono quando a provisão de comida começa a faltar no norte. Mas nem todas as águias migram; alguns ficam no Alasca, Canadá meridional, e o E.U.A. do norte.

Habitat: A Águia Dourada existe na Eurasia e África do Norte e na América do Norte. O alcance de procriação na América Norte inclui o México norte-central, os Estados Unidos ocidentais como como Dakotas, Kansas e Texas, também o Alasca, e pelo norte do Canadá. Não existe nenhum registro de ninhos em Minnesota. Durante o inverno eles podem ser achados no Alasca meridional e Canadá, os Estados Unidos ocidentais e México. São vistas alguns Águias Douradas em Minnesota todos os outonos durante migração e ocasionalmente no rio Mississippi durante o inverno.

As Águias Douradas são protegidas pelo governo dos Estados Unidos e, são consideradas ameaçadas de extinção. A caça, a elimininação de presas por alteração do habitat natural e o envenenamento por mercúrio são os fatores principais que limitam as populações dessa ave. As águias -douradas abandonam seus ninhos durante a incubação se foram pertubadas.

Fonte: http://www.saudeanimal.com.br

domingo, 10 de julho de 2011

Urso Preto


Nome Comum: Urso-preto ou baribal
Nome em inglês: American black bear
Nome em espanhol: Oso negro americano
Nome científico: Ursus americanus
Filo: Chordata
Subfilo: Vertebrata
Classe: Mammalia
Ordem: Carnivora
Família: Ursidae
Gênero: Helarctos
Comprimento: 1,30 e 1,80 metros
Altura de ombro: 1.20 m
Peso: até 250 kg
Reprodução: As fêmeas do urso-negro normalmente têm suas primeiras crias aos cinco ou seis anos de idade, e se acasalam de maio a agosto. As crias permanecem com as mães cerca de 17 meses, passando o seu primeiro aniversário com ela numa toca de Inverno. Dado que a fêmea dá à luz no Verão, após a partida da sua cria anterior.
Maturidade Sexual: 3 a 6 anos de idade
Acasalamento: maio-agosto
Gestação: 210 a 215 dias
Período de hibernação: 2 a 7 meses. Existem ursos que não hibernam
Nascimento: novembro-fevereiro
Desmame: 4 meses de idade
Intervalo entre as ninhadas: 2 anos
Nº de crías por Fêmeas: 1 a 4. Nascem durante a hibernação pesando cerca de 450 gramas. A mãe cuida deles por cerca de dois anos.
Tempo de vida em cativeiro: de 30 a 40 anos
Distribuição demográfica: originário do México, Estados Unidos e Canadá.
Habitat: Ele vive nas florestas de coníferas das regiões subárticas, na tundra aberta e terras baixas, perto de rios e água corrente, e mudam seu habitat de acordo com a estação do ano. No verão, o urso-negro prefere grandes áreas florestais. Já na primavera, procura os grandes rios onde gosta de pegar peixes.
Alimentação: Como são onívoros, os ursos-negros norte-americanos se alimentam de frutas silvestres, raízes e bolotas, assim como peixe, carniça e insetos. Se houver comida suficiente disponível, eles podem comer até 20 quilos por dia. Antes de entrarem em hibernação, eles chegam a engordar 2,5 quilos por dia.
Característica Física: Os ursos-negros têm pelagens de diferentes colorações – do preto ao azul-acinzentado, do marrom ao canela, ocre e bege – dependendo da subespécie. Normalmente, eles têm uma marca branca em forma de estrela no tórax. O pêlo do chamado urso “cinnamon” (canela) brilha em um tom castanhoo-avermelhado. Em contraste, o urso Kermode das costas do Alasca tem nomes curiosos, como urso branco, “fantasma” ou “espírito”, devido ao pêlo louro claro ou branco. Já os ursos-negros em tons castanho-chocolate podem ser diferenciados dos ursos-pardos pelo dorso arredondado e a ausência da corcova de músculos na nuca, que caracteriza estes últimos.
Estilo de vida: Os ursos-negros são solitários e vagueiam por um território fixo. As fêmeas grávidas e os machos de regiões mais frias hibernam durante o inverno, por um período de até sete meses.
Status: O número de ursos-negros norte-americanos é estimado em aproximadamente 500.000, e é considerado estável. Somente as populações do leste dos Estados Unidos estão em perigo de extinção.
Quando é atacado, o urso-negro distribui vigorosos golpes com suas patas. No entanto, ele geralmente é um dos mais pacíficos entre os grandes ursos. Como é um escalador ágil, devido a suas garras afiadas, ele normalmente procura refúgio no alto das árvores.
Desde pequeno, o urso-negro tem grande habilidade para subir em árvores e montanhas. É principalmente um habitante da floresta, mas sua pelagem espessa permitiu que se dispersasse para o norte até os limites da tundra.
Passam o inverno sozinhos, dormingo (hibernando) numa caverna, em uma confortável cama de folhas. É ali que nascem os filhotes. Ficam com a mãe até os dois anos, quando atingem um tamanho razoável e habilidade prórpias dos adultos.
Fonte: www.saudeanimal.com.br

Uma das coisas que me fez pensar muito sobre a total falta de bom senso de alguns
humanos, foi o fato de saber que este tipo de Urso não emite som como já vimos no
cinema, é um animal calmo de certa forma pacífico,não ataca humanos, pelo contrário
foge deles. Já vi muitas mentiras sobre animais. Devemos deixa-los em paz só isso.

domingo, 3 de julho de 2011

Frango D'água Azul.


Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Gruiformes
Família: Rallidae
Género: Porphryrio
Espécie: P. martinica
Nome científico: Porphryrio martinica

Descrição
Porphyrio martinica é uma espécie de ave aquática migratória conhecida como frango-d'água-azul. Tem tamanho máximo de 36 centímetros.

Na fisionomia, esta ave apresenta, na fase jovem, as partes inferiores brancas, pernas e bicos amarelos, e as partes superiores em tom ocre. A população do frango-d'água-azul, também conhecido por maranhão e tauá-tauá-azul, está em declínio.

E mais uma vez a razão tem a mão do homem. Isso porque em algumas regiões, além de os ovos serem consumidos, comprometendo as gerações futuras, a ave é presa fácil a partir de março, quando as penas de suas asas são trocadas e, naturalmente, isso a impede de voar.
Sobretudo nesta situação, costuma andar sobre a vegetação (embora isso seja praxe normalmente).

Soma-se a isso, morre também em razão dos pesticidas usados em arrozais (lugar que visita com frequência).
Apesar de viver em áreas alagadas, o frango-d'água-azul nada pouco e não se arrisca em águas mais abertas.

Vez ou outra, como voa bem, descansa em navios em alto mar (a mais de 100 quilômetros da costa). E pousa também em arbustos, galhos ou postes de cerca.

Alimentação
Insetos aquáticos, anfíbios, peixinhos, aranhas e sementes.

Reprodução
Os ninhos são construídos em terrenos pantanosos, à base de gramíneas, ou em pés de arroz, um pouco acima da água. A fêmea põe de 4 a 5 ovos, que têm características bem específicas: são rosados, pontilhados de marrom.

Os filhotes costumam acompanhar os pais e, quando ameaçados, mergulham sob as plantas flutuantes para fugir do perigo.

Habitat e Distribuição Geográfica
avistado em todo o Brasil. Migratório, praticamente desaparece do Sul do País no inverno. Também é encontrado do Sudeste dos Estados Unidos e México até o Norte da Argentina, habitando Pântanos, lagos com margens pantanosas, brejos e campos de arroz inundados.
Fonte.zoovirtualbr.

Ser evoluído é não destruir o futuro. Temos muito a aprender...

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Peixe Boi.


O lamatim tambem é chamado de peixe boi na Amazônia devido ao seu hábito de pastar plantas aquáticas e o capim inundados pelas enchentes dos rios. Ele pasta como um boi e isso torna sua caça muito fácil para os indígenas. De manhã os caçadores encontram o lugar onde o peixe boi esteve pastando a noite anterior. Então pela tardinha, eles vem numa canoa e esperam. O lamatim não é cauteloso, o barulho que faz ao pastar pode ser ouvido a centenas de metros. É fácil, por isso, pesca-lo com arpão.

Existem 3 espécies de lamatim, duas Americanas e uma espécie Africana que vive nos rios e lagos do Senegal e Congo. O lamatim e um animal preguiçoso que vive em pares ou em grupos pequenos. O filhote nasce debaixo da água, mas é logo trazido pela mãe à superficie. É amamentando até os 18 meses e permanece junto dos pais por outros seis meses.
O peixe-boi é caçado por causa de sua gordura, pele e carne.
Em alguns lugares essa caça tem sido limitada.

FILO: Chordata
CLASSE: Mammalia
ORDEM: Sirenia
FAMILIA: Trichechidae
CARACTERISTICAS: Comprimento: de 2,5 a 4 m mais ou menos.
Peso: 600 quilos
Filhote: l metro, 20 quilos
Cauda: chata e redonda (nadadeira caudal)
Duas nadadeiras peitorais com 4 unhas chatas cada
Gestação: 152 a 180 dias.

A expedição dos cientistas alcançou o sul da Flórida. No paraíso de turistas, uma criatura de peso se esconde para escapar da morte: o peixe-boi. Ele já foi confundido com sereia, por causa do barulho que faz. Foi assim que enganou os marinheiros de primeira viagem pela América.

A 500 quilômetros a noroeste de Miami, o lugar virou uma espécie de "país do peixe-boi". O Rio Cristal, com águas claras e fundo de areia, é o refúgio perfeito para ele, com a proteção de um batalhão de cientistas. A vigilância é discreta, mas permanente, porque o lugar é uma região turística, com iates de luxo e muitos banhistas.

O peixe-boi é tímido, solitário, prefere as águas mornas onde proliferam algas e jacintos. É na Flórida que ele tem comida à vontade e aconchego durante o inverno americano. O berçário é outra preocupação dos biólogos. O perigo maior é motor das lanchas, que assusta, polui e atropela a paz.

Primeiro foi na terra, há mais ou menos 50 milhões de anos. Estes mamíferos acabaram sendo expulsos por outros gigantes, na briga por comida. Devoradores de folhas, eles acabaram indo encontrar nas águas o sustento para viver até hoje.

Sessenta quilos de ervas marinhas - ração diária de um peixe-boi. A poluição, a mudança de clima e os predadores humanos são os principais inimigos no Rio Cristal e em toda parte. No Brasil, também estão ameaçados.

Na reserva da Flórida, tem até um hospital para os bebês órfãos e os adultos estressados. No local, os doutores estão de olho em todos os movimentos de todos do grupo. Até a respiração é controlada à distância.

Na calmaria do Rio Cristal, o peixe-boi vai conquistando simpatia. Ele é outra jóia da água aqui na Terra.

Peixe-boi da Amazônia é o menor membro da Ordem Sirenia, alcançando um comprimento de 2,8 a 4,0 m e pesando até 600 kg. Seu couro é extremamente grosso e resistente. A maioria dos indivíduos tem uma mancha branca irregular na região ventral. Esta característica, juntamente com a ausência de unhas nas nadadeiras peitorais, o distingue do peixe-boi da Flórida e da África.

DISTRIBUIÇÃO
Espécie exclusivamente de água doce, distribuído por toda a bacia Amazônica.

STATUS
Considerado vulnerável pela IUCN (União Mundial Para a Natureza) e classificado como ameaçado de extinção no Brasil pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis - Ibama, está incluído no Apêndice I (Espécies Ameaçadas de Extinção) da CITES (Convenção sobre Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas da Flora e Fauna Selvagem).

HABITAT
Encontrado nos três tipos de águas da Amazônia - branca, preta e clara, durante a estação de cheia deslocam-se para áreas de várzea e igapó (mata inundada) para aproveitar a grande quantidade de alimento. Durante a época seca retornam aos lagos permanentes e canais mais profundos.

COMPORTAMENTO
Considerado um animal solitário, seu metabolismo é de cerca de 36% do metabolismo previsto para um mamífero terrestre de mesmo porte, o que permite permanecer até vinte minutos embaixo da água. Seus movimentos são lentos e dóceis.

ALIMENTAÇÃO
Essencialmente herbívoros, consomem diariamente cerca de 8% do seu peso corporal em plantas aquáticas e semi-aquáticas.

REPRODUÇÃO
O tempo de gestação é de doze meses e os nascimentos ocorrem no início da enchente, quando grandes quantidades de plantas estão disponíveis. Acredita-se que a maturidade sexual ocorre entre cinco e dez anos. Cada fêmea produz um filhote a cada 2,5 a 5 anos. O filhote pode permanecer com a mãe por mais de dois anos. No dia 8 de abril de 1998 nasceu no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, Erê, o primeiro filhote desta espécie criada em cativeiro, o que demostrou ser possível evitar que o peixe boi da Amazônia desapareça.

AMEAÇAS
No passado os peixes-boi foram muito caçados pela sua carne e couro. Hoje, a caça é feita principalmente pelas populações ribeirinhas exclusivamente pela carne. Além de caça, as principais ameaças são a destruição e a degradação do habitat pela liberação de mercúrio nos rios, agrotóxicos e exploração de gás e óleo. Ocasionalmente filhotes são acidentalmente mortos em redes de pesca. Represas hidrelétricas atuam como barreiras e isolam as populações, limitando a sua variação genética.
Fonte: www.achetudoeregiao.com.br

Sonho com o dia que todos os humanos percebam o bem que fazemos a nós mesmos
em preservar a Natureza e estes maravilhosos Animais.

sábado, 11 de junho de 2011

Koala.


Nome científico: Phascolarctos cinereus

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Infraclasse: Marsupialia
Ordem: Diprotodontia
Família: Phascolarctidae
Espécie: P. cinereus

Apresentação
O Koala é um dos animais mais procurados e que mais curiosidade desperta nas pessoas. A sua popularidade advém não só das suas características físicas, como também do seu comportamento, pois é um animal bastante tranquilo. As suas orelhas e nariz bem característicos, bem como o seu pêlo, fazem parte do imaginário das crianças de todo o mundo e nem os adultos conseguem ser indiferentes perante a presença de um destes simpáticos animais.
O Phascolarctos cinerus é a espécie mais comum, existindo três subespécies com distruibuição muito precisa e localizada.
Koala, no dialeto autóctone dos aborígenes, que dizer “que não bebe”, o que está de acordo com os hábitos alimentares deste animal, já que a quase totalidade de líquidos que ingere provém das folhas de eucalipto.

Distribuição
Os Koalas habitam vastas áreas do território australiano, podendo ser encontrados em maior número no Nordeste e Sudeste deste vasto território.
A sua distribuição tem muito a ver com o tipo de eucalipto que existe em cada área, já que a base da sua alimentação compreende apenas cerca de vinte das mais de três centenas de espécies de eucaliptos que podem ser encontradas na Austrália.
Apesar de serem muito lentos e evitarem gastar demasiadas energias, os koalas sobem às copas destas árvores, onde encontram as folhas mais tenras, por forma a facilitar o processo digestivo.

Dada a pobreza da sua alimentação, os koalas necessitam de dormir muitas horas. Um animal adulto dorme entre 16 e 18 horas por dia, sendo as restantes dedicadas quase exclusivamente à alimentação e à sua procura.

Apesar de o número de indivíduos ter descido muito, relativamente à altura da chegada dos europeus ao território australiano, a verdade é que esta espécie não está verdadeiramente ameaçada. Nos últimos anos, a quantidade de animais recenseados tem mesmo aumentado, graças à protecção que o governo australiano tem dado a esta espécie, chegando a fazer reintrodução de animais em zonas de onde tinha desaparecido, ou onde já havia poucos exemplares.
Alguns anos após a chegada dos europeus, era moda ter uma pele de Koala como troféu. Dada a sua natural lentidão, os Koalas eram alvos fáceis e nem sequer mostravam medo dos homens, já que até aí só conheciam os aborígenes, que os respeitavam, como respeitam todos os animais, limitando estritamente a caça (sobretudo de cangurus, a sua alimentação predileta) ao mínimo necessário.
Neste momento, o maior perigo para os Koalas são os lenhadores, que devastam grandes áreas de floresta para aproveitamento da madeira, e os cães de caça que com muita facilidade os apanham enquanto mudam de árvore.
As outras causas de mortalidade são os frequentes atropelamentos durante a noite, período em que os Koalas estão mais ativos e se deslocam, e os violentos fogos florestais que têm ocorrido durante os últimos anos.

Os Koalas são animais de hábitos solitários. Quanto muito, vivem próximos uns dos outros, mas nunca em grupos superiores a dez elementos, na maioria das vezes constituídos por várias fêmeas em idade fértil e um macho dominante, que controla o seu harém.

Gestação e maturidade sexual
Os Koalas atingem a maturidade sexual por volta dos 3 a 4 anos, sendo que as fêmeas são mais precoces. O tempo de gestação ronda os 33 a 36 dias, após o que nasce uma pequena e imatura cria, que rapidamente se aloja na bolsa da mãe, guiada pelo cheiro do leite, e aí permanece durante cerca de seis meses, onde se desenvolve até ter força suficiente para andar agarrado à progenitora em boas condições de segurança e ter alguma autonomia. Depois disso, e durante mais alguns meses, vive agarrado às costas da mãe, enquanto está acordado, recolhendo à bolsa para dormir e mamar. Por volta dos doze meses, torna-se independente.
É muito raro o nascimento múltiplo de crias, embora por vezes tal suceda.
As fêmeas Koala são das poucas mães que adotam crias órfãs.

Longevidade, tamanho e peso
Os Koalas têm uma esperança de vida de cerca de 15 anos, podem medir até cerca de 60 cm e os maiores exemplares pesar 12 kg.
Fonte. www.bicharada.net

Lindos, calmos, carinhosos. exemplo para nós humanos.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Azulão.


Nome Popular: AZULÃO
Nome Científico: Cyanocompsa brissonii
Categoria: Aves
Subcategoria: Pássaros

DISTRIBUIÇÃO
Do Nordeste até o Sul, Goiás e Mato Grosso.

POSTURA
2 a 3 ovos

HABITAT
Matas não muito densas.

INCUBAÇÃO
13 dias

FÊMEAS E JOVENS
As fêmeas e os jovens são marrons.

OUTRAS FORMAS
Na região Amazônica ocorre uma espécie um pouco mais escura e com bico ligeiramente mais fino, que apresenta fêmeas e jovens marrons de tom bem escuro.

TIPO DE NINHO
Em forma de taça.
Aceitam perfeitamente ninhos de corda de 10 cm de diâmetro.

TAMANHO
15,5 cm.
Esta espécie além de ser um pássaro belíssimo, é também muito apreciado pelo seu canto maravilhoso.

Na natureza, a alimentação é muito variada, consomem semente de capim ainda verdes; pequenas frutas silvestres e todo tipo de insetos, o bico é forte, mas aprecia muito as comidas macias.

O número de ovos de cada postura é quase sempre 2, às vezes 3. O filhote nasce aos treze dias depois de a fêmea deitar e sai do ninho aos dezesseis dias de idade.

Fonte: www.fazendavisconde.com.br

Volto a falar que devemos defender as matas e biomas destes animais,sonho que seja possível que um dia todos os homens tenham isto em mente.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Cachorro Vinagre


Nome popular: Cachorro-vinagre
Nome científico: Spheotos venaticus
Onde vive: Panamá, Peru, Brasil Central
Quanto pesa: 7 quilos
Quanto vive: 10 anos
Quanto mede: 75 cm
Habitat: Cerrados e savanas
Filhotes: Quatro a seis, gestação de 65 dias

O cachorro-vinagre é um daqueles animais que nunca foi abundante na natureza e por isso mesmo especialistas do mundo inteiro tentam reproduzi-lo em cativeiro, o que foi feito com muito sucesso na Alemanha. Daquele país vieram vários desses animais para zoológicos brasileiros, onde agora o cachorro-vinagre começa a se multiplicar, mas mesmo assim é um dos animais considerados sob ameaça na lista publicada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

Embora seja canídeo, o cachorro-vinagre tem um rabo muito curto e o menor número de dentes na família do cachorro, apenas 38. O nome cachorro-vinagre deriva de sua cor, avinagrada, mas pouca coisa se sabe sobre o animal, que hoje vive em 34 zoológicos ao redor do mundo, que têm 162 exemplares. O interessante é que, se mantidos juntos pais e filhos, só a fêmea principal se reproduz.

Caçador cooperativo, o cachorro-vinagre caça com a família, inclusive filhotes, e é tão bom nadador que, se sua presa tenta fugir pela água, ele vai capturá-la no meio do rio ou do lago.

Esse animal é corajoso também. Ataca presas muito maiores do que ele e, quando vai ter os filhotes, a fêmea expulsa um tatu ou outro animal da toca e toma conta do buraco. O cachorro-vinagre se alimenta de roedores, principalmente paca, cutia e capivara.

Fonte: www.jperegrino.com.br
Lindo. Bom saber que ainda existe cachorros selvagens.
Temos que preservar nossas matas. Assim preservamos estas
lindas espécies e a nossa também.